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Advogado de Insolvência Pessoal

Se já não consegue pagar as dívidas, um advogado de insolvência pessoal avalia o seu caso, diz-lhe se a insolvência é o caminho certo e conduz todo o processo até ao perdão das dívidas restantes. Trabalhamos com particulares em todo o país, com atendimento no Porto, em Lisboa, em Vila Nova de Gaia e em Santo Tirso, ou por videochamada. O processo é acompanhado por António Pina Moreira, advogado com a cédula profissional n.º 65538P.

O que faz um advogado de insolvência pessoal

FaseO que fazemos por si
AvaliaçãoAnalisamos dívidas, rendimentos, bens e processos e comparamos a insolvência com o PEAP, o plano de pagamentos, o PERSI e a negociação
CustosExplicamos os custos antes de avançar e, se tiver direito, orientamos o pedido de apoio judiciário
PetiçãoPreparamos a petição com os factos e documentos exigidos pelos artigos 23.º e 24.º do CIRE e o pedido de exoneração do passivo restante
Penhoras urgentesTratamos de imediato citações e prazos que estejam a correr, que não esperam pela insolvência
ProcessoAcompanhamos a sentença, a reclamação de créditos, o relatório do administrador e a liquidação
Cessão e exoneraçãoApoiamo-lo nos 3 anos de cessão, perante o fiduciário, até ao despacho final de exoneração

Quando deve falar com um advogado de insolvência

  • tem prestações em atraso em vários créditos ou cartões;
  • recebeu uma citação, uma injunção ou uma ordem de penhora;
  • o salário ou a conta bancária já estão a ser penhorados;
  • tem dívidas às Finanças ou à Segurança Social que não consegue regularizar;
  • o banco abriu um PERSI ou quer resolver o crédito à habitação;
  • um credor pediu a sua insolvência.

Quanto mais cedo a situação for analisada, mais opções existem. Para quem não está obrigado a apresentar-se, esperar mais de seis meses depois de deixar de conseguir pagar pode custar a exoneração das dívidas (artigo 238.º do CIRE).

Como trabalhamos

  1. Contacto: por telefone, WhatsApp ou formulário. Respondemos em 24 horas úteis.
  2. Análise do caso: presencial ou por videochamada, com a lista de credores, rendimentos e processos que já tiver.
  3. Caminho e custos: explicamos a solução adequada, os prazos e os custos antes de avançar.
  4. Preparação: organizamos os documentos consigo e preparamos a petição.
  5. Acompanhamento: do tribunal ao fim do período de cessão, com informação regular sobre cada fase.

O que levar para a primeira reunião

Leve o que tiver: cartas de credores, contratos de crédito, recibos de vencimento, a última declaração de IRS, citações ou notificações de penhora e o mapa de responsabilidades do Banco de Portugal. Mesmo incompleta, esta informação permite uma primeira avaliação. A lista completa está na checklist de documentos para pedir insolvência pessoal.

Quanto custa um advogado de insolvência pessoal?

Os honorários dependem do número de credores, dos bens, das execuções em curso e do acompanhamento necessário, e são explicados antes de qualquer compromisso. Quem não tem meios pode pedir apoio judiciário à Segurança Social, que pode incluir a nomeação de advogado sem custo direto. Veja os componentes do custo em quanto custa uma insolvência pessoal.

Perguntas frequentes

Preciso mesmo de advogado para pedir insolvência?

Sim, na prática o patrocínio por advogado é obrigatório no processo de insolvência. Veja insolvência sem advogado.

Atendem fora do Porto e de Lisboa?

Sim. O processo é eletrónico e as reuniões podem ser feitas por videochamada, pelo que acompanhamos clientes de todo o país.

Quanto tempo demora até ficar livre das dívidas?

O período de cessão é de 3 anos, a que se somam a preparação, a fase judicial e a decisão final. Veja quanto tempo demora a insolvência pessoal.

E se o melhor caminho não for a insolvência?

Dizemos-lhe. Em muitos casos, um PEAP, um acordo com o banco no PERSI ou a defesa numa execução resolvem o problema sem insolvência.

Fale com um advogado de insolvência

Ligue para o 914 378 293, envie WhatsApp para o mesmo número ou preencha o formulário desta página. Conheça o advogado que acompanha os processos em António Pina Moreira, advogado.

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